
Depois dos últimos dias no campo de batalha, cansado, o Coronel senta em sua escrivaninha de madeira, na tenda escondida na floresta, puxa sua máquina de escrever e escreve suas ultimas memórias. O seu charuto paraguaio já não mais lhe é agradável. Seu uísque 5 estrelas viraria uma bebida barata a essa altura. As lembranças nostálgicas de suas vitórias em suas missões solo e nas grandes operações já não lhe dão mais aquele prazer nostálgico. Puxou o revolver da gaveta e riu. Era chegada a hora de obedecer as ultimas ordens de um presidente enlouquecido e decadente. Quando a primeira gota de suor tocou a mesa, puxou o gatilho e libertou-se. Pronto. Agora a cadeira do Coronel estava vaga.
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